domingo, 6 de fevereiro de 2011

Feira do Queijo: Um fracasso TOTAL!

Este ano, a Câmara Municipal quis inovar fazendo 2 dias de Feira do Queijo da Serra: sexta e sábado.

Saíu fiasco!

As coisas feitas em cima do joelho é o que dá. No segundo dia, no sábado, houve mais vendedores (eram 5 ou 6) do que compradores. Os pouquiissimos turistas que nos visitaram sentiram-se enganados e demonstraram a sua desilusão pelo pouco profissionalismo da organização.

Na minha opinião, a partir do momento em que se viu que tudo aquilo ía ser um fiasco, deveria ter-se acabado imediatamente com aquele ridículo de feira.

Saíram mal os vendedores, a Câmara municipal e, sobretudo, quem ficou mal visto foi o Concelho.


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

EXEMPLAR

A Rua do Cruzeiro, que liga a Rua 1º de Dezembro à Rotunda da do Lar da 3ª Idade, apesar de ter sido executada há mais de 5 anos, não foi ainda entregue oficialmente à Câmara Municipal, contrariando a Lei que obriga a uma entrega imediata no final - Recepção Provisória da Obra- e outra -Recepção Definitiva da Obra- passados 5 anos.
Na primeira, são identificados os erros que foram detectados pela Fiscalização de modo a serem de imediato corrigidos. A segunda, passados 5 anos, é feita para verificar se as obras se mantiveram com qualidade exigida e, se houver deficiências, é obrigação do empreiteiro proceder à sua correção antes de passar definitivamente para a posse da Cãmara.
Ora, como não há qualquer recepção feita e a obra é um erro de construção na quase totalidade -como aqui já referi e demonstrei por variadissimas vezes- vamos ter que aguentar com ela deste modo, porque corrigi-la agora, teria custos superiores ao da sua construção inicial.
Porquê mantém a Cãmara esta situação?
A resposta foi-me dada pelo Vice-Presidente e pela Vereadora:
- " A Câmara não recebe a obra porque está mal feita e o empreiteiro tem de vir corrigir os erros".
Parece anedota mas, infelizmente, não é!
Passado este tempo todo, como a obra não foi recebida e vistoriada pela Câmara Municipal, e está há mais de 6 anos aberta à utilização do público sem qualquer restrição, a responsabilidade do empreiteiro, acabou. Até porque já recebeu tudo o que tinha a receber e as cauções não cobrem o valor dos servciços a executar.
EXEMPLAR, não é?
Já agora, QUANDO É QUE OS MEMBROS DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL, QUESTIONAM A QUALIDADE DAS OBRAS EXECUTADAS NA VILA DE PENALVA?
NÃO ME PARECEM CEGOS. ALGUNS SABEM, DISCUTEM E CRITICAM MAS, DEPOIS CALAM-SE PORQUE NÃO QUEREM CHATISSES!
PARECEM-ME AUSENTES, E MUITAS VEZES, DADA A FALTA DE INTERESSE, CONIVENTES COM ESTA SITUAÇÃO.
PORQUE NÃO SE DEMITEM, JÁ QUE SABEM, COMENTAM E NÃO AGEM?

Custa a acreditar!

INEXPLICAVELMENTE, a Camara Municipal, está a fazer o trabalho do empreiteiro das obras da Rua 25 de Abril!

Tendo a empresa que executou (mal) as obras deixado a LAMEIRA atulhada de terra, pedras e restos de lancil, a Câmara, com a desculpa que havia muita calçada misturada com o entulho, resolveu apanhar, uma a uma, as pedrinhas e carregar as terras, fazendo o trabalho do empreiteiro a quem competia o serviço, que lhe foi pago!

Os custos desta recolha são muito superiores ao valor pedra recolhida e não passa de uma desculpa para limpar o que o empreiteiro deixou para trás!

Mais uma vez esta empresa é beneficiada sem que se encontre uma razão para tal!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Os passeios do desleixo

O vídeo que se segue contém uma série de fotografias feitas, hoje, na Rua da Escola Secundária. Se alguém tem dúvida do desleixo a que a vila de Penalva do Castelo está votada, ao ver isto, deve perder as ilusões.

Contudo, não falta dinheiro para festas e pessoal a mais, com funções que ninguém conhece, que se passeia de um lado para o outro à espera do fim do dia e do fim do mês.

Começa a ser vergonhosa a forma como esta vila está a ser tratada: lixo aos montes no fim de semana por falta de recolha, jardins pindéricos e abandonados, ruas porcas, iluminação branca e amarela sem qualquer nexo, candeeiros partidos e tortos, bancos de jardim desfeitos, ruas mal sinalizadas, montureiras e aterros em lugares públicos abandonados por empreiteiros incumpridores,etc.

Querem os nossos autarcas fazer desta terra um "LUGAR ONDE DÁ GOSTO VIVER".

Só se forem eles! Na verdade, começamos a ficar fartos de tanta porcaria e tanto desleixo!

É altura de esquecerem a "trilogia" (com a Castanha de Pindo, deve passar a "QUADRILOGIA"), e deitarem as mãos, A SÉRIO, ao trabalho!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O Livro e a Maçã do Bravo de Esmolfe

Na Feira do Livro do Pombal, em 9 de Maio deste ano, foi lançado, com o patrocínio da Câmara Municipal de Penalva do Castelo, o livro infantil " A MAÇÃ DO BRAVO DE ESMOLFE E A LAGARTA JEREMIAS", da escritora Helena Magalhães com ilustrações de Maria João Fraga.
A sua apresentação, em Penalva do Castelo, aconteceu apenas em Outubro, tendo a Câmara Municipal de promovido e apresentado o livro "na secção infanto-juvenil da Biblioteca Municipal, no salão da Sede da Banda Municipal e Recreativa de Penalva do Castelo e no Polo Educativo de Roriz". Encontra-se à venda na Câmara e nas livrarias da vila. O seu preço é de 10,00euros.

Prima por uma excelente encadernação, com ilustrações simples e ajustadas à faixa etária, com paginação impecável e um colorido suave e agradável. O odor à fruta, inpregnando as o papel é que não se nota.
Quanto ao texto, trata-se de uma história infantil com funções didácticas sobre a alimentação saudável e incentivando os miúdos a comerem fruta.

Na verdade, este conto unfantil, podia muito bem dizer respeito a muitas outras frutas, e, a utilizaçã do nome da Maçã do Bravo de Esmolfe foi, na minha opinião, uma habilidade da autora ou da editora, para convencer a Cãmara a pagar. Adapta-se perfeitamente à Maçã da Beira Alta, à Pera Rocha, ao Melão de Almeirim ou a outra fruta qualquer. Se for retirada a desigação Bravo de Esmolfe do texto (onde aparece apenas 3 vezes) ,não fará falta à história e nem se notará a diferença. Na valorização da Maçã do Bravo de Esmolfe, a história passou á "história", e mais não é do que uma bem feita campanha comercial para encontrar quem financiasse a sua publicação.Vale pelo preâmbulo onde a maçã é caracterizada. No texto, as características que a definem, desaparecem completamente e perdeu-se a magia da Maçã do Bravo de Esmolfe.
No entanto, o apoio da Câmara Municipal merece-me um reparo:
- Sendo a Câmara a patrocinar (leia-se a pagar o livro, na parte ou na totalidade), este deveria ser apresentado na Feira da Maçã do Bravo de Esmolfe, acrecentando brilho a uma festa que já só serve para que a " malta" venha almoçar. (pior é ainda a Festa da Castanha em Pindo);
- A maioria PSD/PP, no mandato passado, recusou-se a apoiar a publicação de uma Monografia da Freguesia de Real, por motivos claramente políticos, tendo mesmo dado origem à cena caricata do desentendimento entre o Presidente da Cãmara e o Presidente da Junta, em plena Assembleia Municipal. Agora, com o financiamento desta publicação, mostraram que estão desatentos e não defendem da melhor forma, os poucos recursos que gerem.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O estacionamento dos autocarros

Quando as coisas têm graça e fair-play, sabe bem transcrevê-las, com a devida autorização. O pior é quando não há resposta para minorar os incómodos.

Exmº. Sr Presidente da Câmara:
-No seguimento do e-mail anterior, venho or este meio informá-lo que o 1º. autocarro saíu do PARQUE PRIVATIVO DA BERRELHAS sito na Urbanização da Cabral, nesta Vila (que custou uns largos milhões de euros à Câmara!) pelas 05h e 50 m. O segundo teve a sua partida às 07 h e 05 m. O terceiro está a aquecer os motores desde as 07h e 30 m tendo a sua partida para dentro de momentos.
Faço votos que a parceria CÃMARA MUNICIPAL/BERRELHAS continue a prosperar.

Na verdade, a Câmara tem que arranjar um local para estacionamento das viaturas pesadas, sinalizá-lo e fiscalizar o cumprimento da lei. Não é dificil encontar um local onde os autocarros de passageiros possam ficar estacionados durante a noite e, de manhã, ao arrancar para o serviço, não incomodem as pessoas que vivem nas cercanias. A administração da Empresa Berrelhas agradecerá e prestará a colaboração que lhe for solicitada, pois, também ela, se sente incomodada pela falte de definição e lugar para deixar os autocarros durante a noite.
O mais fácil, é encontrar o lugar. O mais dificil, é obrigar a cumprir.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

LIXO E MAIS LIXO!

No fim de semana passado, era isto, junto ao Hotel Portas do Dão e na Rua do Cruzeiro.
Uma imagem que os turistas levam da nossa terra.