Uma novidade que não posso deixar de transmitir aos Penalvenses que ainda se preocupam com o que se vai passando nesta terra e com as tropelias e outras aberraçãos que, paulatinamente, nos vão estragando a vila:
A RUA DO CRUZEIRO, QUE LIGA A RUA 1º DE DEZEMBRO Á ROTUNDA JUNTO AO LAR DA 3º IDADE, NÃO TEM NEM AUTO DE RECEPÇÃO PROVISÓRIO NEM AUTO DE RECEPÇÃO DEFINITIVO APESAR DE JÁ TER PASSADO O PRAZO LEGAL.
Isto quer dizer, na prática, que a Câmara assumiu definitivamente estas obras e que tudo está bem, desresponsabilizando o empreiteiro (o mesmo que anda para acabar a Rua D. Manuel I há anos) dos erros e da má construção, que é por demais evidente.
O projecto foi feito ás 3 pancadas e não cumpre a Lei das Acessibilidades, no que diz respeito á mobilidade dos deficientes.
Ora, o facto, é que não está nada bem:
O PAVIMENTO ESTÁ COM CEDÊNCIAS DEVIDO Á MÁ COMPACTAÇÃO E Á FALTA DE MATERIAL DE BASE;
A CALÇADA ESTÁ TODA EMPENADA E ASSENTE EM AREIA DE FRACA QUALIDADE;
HÁ MUITOS LANCIS E GUIAS DIVISÓRIAS DOS ESTACIONAMENTOS PARTIDAS PORQUE A VIGA DE FUNDAÇÃO PARA O SEU SUPORTE NÃO TEM AS MEDIADS DO PROJECTO E CEDE COM O PESO DAS VIATURAS -no entanto tudo foi pago como se estivesse bem feito;
A LARGURA DOS PASSEIOS NÃO CUMPRE A LEI, POIS, DE UM DOS LADOS, SÉ DEMASIADO ESTREITO E DEVERIA TER, NO MÍNIMO, 1 METRO E 60 CENTÍMETROS DE LARGURA;
AS VALAS FORAM MAL COMPACTADAS E O TERRENO CEDEU DEIXANDO O PISO IRREGULAR.
ETC, ETC.
Ora passados estes anos todos desde a sua construção, apenas sofreu na semana passada uma reparação mas todas as outras deficiências não foram corrigidas.
Também os arruamentos feitos na Avenida Castendo e nos espaços envolventes à Camara, à Biblioteca, à GNR, à Banda e ao Centro de Saúde, ainda não foram recebidos definitivamente apesar de já ter passado o prazo legal em Janeiro deste ano. Estes arruamentos enfermam dos mesmos males da Rua do Cruzeiro e não foram, até agora, objecto de qualquer rectificação por parte da empresa construtora. O empreiteiro é o mesmo da Rua do Cruzeiro. Na verdade, as reparação efectuadas por causa da cedência dos terrenos das valas junto à GNR, foram executados por pessoal da Câmara. PORQUÊ????
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Como pode ser?
Hoje, pela manhã, desloquei-me ao novo Centro de Saúde para obter uma informação que necessitava. Como o técnico que me poderia informar tem o seu gabinete de trabalho no andar superior, subi as escadas de acesso ao 1º andar.
Para meu espanto, vi um doente, já idoso e acompanhado com a esposa, que se arrastava pelo corredor com manifesta dificuldade em se locomover. Em determinada altura, tive mesmo que o amparar pois a falta de forças e a dor acometeram-no repentinamente.
Este doente teve que subir a mesma escadaria que eu subira, em condições muito difíceis, e, segundo me disse a esposa, subira-as debaixo de dores violentas.
Ora bem: o Centro de Saúde é novo e está dotado de um elevador que se encontra, inexplicavelmente, desactivado. No andar superior do edifício estão a ser utilizadas algumas salas para tratamentos específicos.
Como é possível que, passados alguns meses da entrada em funcionamento, esta situação ainda se mantenha.
Quando desci solicitei o Livro de Reclamações onde pretendia deixar bem patente a minha indignação pela inutilidade do elevador e pela absoluta falta de consideração pelos doentes, em especial, pelos mais idosos.
Atenciosamente, fui informado que a questão do elevador está a ser já tratada, após várias solicitações e reclamações dos responsáveis do Centro de Saúde e que esperam, para breve, a normalização da aberrante situação. Com esta informação, prescindi de reclamar, de momento, mas não posso deixar de manifestar a minha estranheza pelo atraso no funcionamento do elevador.
Aproveito para apenas para fazer um pequeno reparo: não haveria alguém que tivesso ajudado aquele idoso a subir as escadas? Não seria útil uma cadeira de rodas de serviço no 1º piso, pelo menos enquanto não colocam em funcionamento o elevador?
Desta 1ª visita, agradou-me a forma delicada e profissional como fui esclarecido.
Para meu espanto, vi um doente, já idoso e acompanhado com a esposa, que se arrastava pelo corredor com manifesta dificuldade em se locomover. Em determinada altura, tive mesmo que o amparar pois a falta de forças e a dor acometeram-no repentinamente.
Este doente teve que subir a mesma escadaria que eu subira, em condições muito difíceis, e, segundo me disse a esposa, subira-as debaixo de dores violentas.
Ora bem: o Centro de Saúde é novo e está dotado de um elevador que se encontra, inexplicavelmente, desactivado. No andar superior do edifício estão a ser utilizadas algumas salas para tratamentos específicos.
Como é possível que, passados alguns meses da entrada em funcionamento, esta situação ainda se mantenha.
Quando desci solicitei o Livro de Reclamações onde pretendia deixar bem patente a minha indignação pela inutilidade do elevador e pela absoluta falta de consideração pelos doentes, em especial, pelos mais idosos.
Atenciosamente, fui informado que a questão do elevador está a ser já tratada, após várias solicitações e reclamações dos responsáveis do Centro de Saúde e que esperam, para breve, a normalização da aberrante situação. Com esta informação, prescindi de reclamar, de momento, mas não posso deixar de manifestar a minha estranheza pelo atraso no funcionamento do elevador.
Aproveito para apenas para fazer um pequeno reparo: não haveria alguém que tivesso ajudado aquele idoso a subir as escadas? Não seria útil uma cadeira de rodas de serviço no 1º piso, pelo menos enquanto não colocam em funcionamento o elevador?
Desta 1ª visita, agradou-me a forma delicada e profissional como fui esclarecido.
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Castendo,
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Penalva do Castelo
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