sexta-feira, 30 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Pagamos todos!
Às vezes, ouvimos coisas nas quais só acreditamos porque as evidências não nos deixam dúvidas.
A Câmara, reforçou o caudal nas condutas de abastecimento de água à Ínsua por causa do Hotel. Tudo natural! Se era necessário, não poderia ter agido de outra forma.Esta unidade hoteleira, a aposta mais séria no turismo feita no nosso concelho, merece todo o apoio que lhe possa ser prestado, bem como outras já existentes ou que venham a instalar-se entre nós.
Mas, mais uma vez, nos trabalhos executados pela Câmara, não há bela sem senão!A pressão nas condutas é tanta, que têm rebentado bastantes canalizações internas das habitações, ocasionando inundações que prejudicam os seus moradores, pois, quando dão conta, têm a casa com água por todos os lados.
Resultado:
Há soalhos de madeira levantados e móveis estragados.
Quem foram os técnicos da Câmara responsáveis pela não instalação de uma válvula supressora, para controlo da pressão, de moda a evitar as cargas na rede que, anda, por vezes, nos 10 kgs/cm2?
LÁ TEM A CÂMARA DE ANDAR A PINTAR O INTERIOR DAS CASAS E A PAGAR OS PREJUÍZOS OCASIONADOS PELAS INUNDAÇÕES.
domingo, 18 de abril de 2010
As deficiências no Parque Infantil
ESTAS FOTOGRAFIAS FORAM FEITAS HOJE (18 de Abril de 2010) Á TARDE 1 HORA APÓS CHOVER.
Como se pode ver, a água da chuva que cai no Parque Infantil, acaba por saltar para o jardim que o circunda porque não há pontos de escoamento.
O pavimento foi mal executado e a água da chuva não escoa na totalidade mantendo-se no centro do Parque.
Este gradeamento não está protegido e é perigoso para as crianças. Se não lhe for colocada uma protecção, haverá crianças que podem ferir-se nestes arames.
Nesta fotografia é evidente a água sem escoamento e o seu local de saída para o jardim.
Já aqui manifestei a minha opinião sobre a boa qualidade da concepção da obra e dos materiais escolhidos. No entanto, continuo a pensar que a execução é má e a prova está á vista de todos. Para uma obra onde se gastaram mais de 50.000 euros, exigia-se uma melhor execução e uma atenção redobrada pelo facto de ser um local para divertimento das crianças.
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terça-feira, 23 de março de 2010
O parque Infantil
O Parque Infantil que está a ser construído junto á Rua D. Manuel I tem qualidade e foi projectado com gosto sendo bem adaptado ao local. Os bancos em granito, as árvores que o rodeiam e os equipamentos montados permitem, já, antever um equipamento para o lazer das crianças, com muita utilização.
No entanto, não há bela sem senão!
Inexplicavelmente, o projectista esqueceu-se que em Penalva do Castelo também chove!
Não foi prevista qualquer sargeta para recolha das águas da chuva.
Por ocasião destas últimas chuvadas, verificou-se que, na zona mais baixa a água empoçou e, como o piso é impermeável, esta alagou parte da área onde as crianças brincam!
Esta situação vai ser de difícil reparação, dado que para isso, irá ser necessário destruir parte dos trabalhos executados.
Na minha opinião o erro tem três responsáveis:
O projectista que se esqueceu de prever no projecto uma forma de retirar as águas da chuva do local. A não ser, que, quisesse que estas escorressem naturalmente para o jardim que circunda o parque, o que não tem cabimento nem é tecnicamente adequado;
O empreiteiro que não teve pessoal competente para construir um piso desnivelado que permitisse às águas correrem para um ponto onde pudessem ser recolhidas;
A fiscalização, que não deu pelo defeito do projecto e pelo erro do empreiteiro!
Francamente: TANTA GENTE A ERRAR, É DEMAIS!
No entanto, não há bela sem senão!
Inexplicavelmente, o projectista esqueceu-se que em Penalva do Castelo também chove!
Não foi prevista qualquer sargeta para recolha das águas da chuva.
Por ocasião destas últimas chuvadas, verificou-se que, na zona mais baixa a água empoçou e, como o piso é impermeável, esta alagou parte da área onde as crianças brincam!
Esta situação vai ser de difícil reparação, dado que para isso, irá ser necessário destruir parte dos trabalhos executados.
Na minha opinião o erro tem três responsáveis:
O projectista que se esqueceu de prever no projecto uma forma de retirar as águas da chuva do local. A não ser, que, quisesse que estas escorressem naturalmente para o jardim que circunda o parque, o que não tem cabimento nem é tecnicamente adequado;
O empreiteiro que não teve pessoal competente para construir um piso desnivelado que permitisse às águas correrem para um ponto onde pudessem ser recolhidas;
A fiscalização, que não deu pelo defeito do projecto e pelo erro do empreiteiro!
Francamente: TANTA GENTE A ERRAR, É DEMAIS!
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Penalva do Castelo
quinta-feira, 18 de março de 2010
Para VER e VERIFICAR!
As coisas que nós podemos saber se consultar-mos a página da Câmara Municipal de Penalva do Castelo, na internet, deixam-nos espantados.
Para ver: "Fundamentação Económico-Financeira das Tarifas Municipais".
http://www.cm-penalvadocastelo.pt/pls/portal/docs/PAGE/GOV_CMPC/DOCS/RELATORIO_FUNDAMENTACAO_ECONOMICO_FINANCEIRA.PDF
De facto, não é necessário ser-se um perito em contabilidade para chegar-mos á conclusão que as extravagâncias das despesas com o funcionamento dos serviços são de molde a deixar qualquer um arrepiado.
Um exemplo:
o funcionamento das Piscinas Municipais cobertas, que têm ao seu serviço 10 (dez) funcionários, custa ao município, incluindo amortização das instalações (a 60 anos?) e dos equipamentos, qualquer coisa como cerca de 281.000,00 euros por ano! Cerca de 152.000,00 euros com pessoal e quase 33.00,00 euros em combustível para aquecer a água e o ambiente! Ora, as receitas, não cobrem nem uma sexta parte das despesas !
Em números redondos, o funcionamento das Piscinas Municipais custa-nos quase 150,00 euros (30 contos) por hora!
No resto do documento, que esteve á discussão pública (mas que ninguém consegue saber quando foi iniciada e quando terminou) há um manancial de informação sobre os custos do funcionamento dos serviços municipais e, o que lá vemos, é aterrador!
Vejam: os custos de funcionamento do mercado, da feira, dos serviços de água e saneamento, etc.
Depois, também em discussão pública, está a "Avaliação Estratégica da Revisão do Plano Municipal de Penalva do Castelo".
http://www.cm-penalvadocastelo.pt/pls/portal/docs/PAGE/GOV_CMPC/DOCS/011PA-1-AMB-REL-01.PDF
Um estudo elaborado com base em estatísticas oficiais e informações dos serviços, algumas delas bastante antigas e sem comparação com os parâmetros actuais: nalguns itens, demonstra um enorme desconhecimento da realidade e informações erradas que levam a conclusões também erradas, etc.
Por exemplo: dos 290.000 m3 de água tratada, apenas são vendidos 207.000 m3 de água tratada. O restante, 1/3, perde-se! (dados do documento anterior, Fundamentação Económico- Financeira, "Tabela 8 – Caudal Captado e Caudal Tratado no concelho de Penalva do Castelo").
Neste estudo, estes valores são alterados para 440.000 m3 em 2006. O pior, é quem 2001, já se captavam 801.000 m3!
Afinal onde está a verdade da informação?
Ou será que se consome menos água?
Ou será que ainda não foram colocados os contadores ás dezenas de habitações já identificadas, que têm água em casa, mas não pagam por ainda não teremm contador?
Enfim, um documento com anos de trabalho e que, na presente forma, induz em erro quem lê e quem propõe conclusões sobre o concelho.
Curiosamente, também não são referidas as datas do início do final da Discissão Pública.
Mas, para melhor apreciação, não há nada como passar por lá os olhos e ver!
Para ver: "Fundamentação Económico-Financeira das Tarifas Municipais".
http://www.cm-penalvadocastelo.pt/pls/portal/docs/PAGE/GOV_CMPC/DOCS/RELATORIO_FUNDAMENTACAO_ECONOMICO_FINANCEIRA.PDF
De facto, não é necessário ser-se um perito em contabilidade para chegar-mos á conclusão que as extravagâncias das despesas com o funcionamento dos serviços são de molde a deixar qualquer um arrepiado.
Um exemplo:
o funcionamento das Piscinas Municipais cobertas, que têm ao seu serviço 10 (dez) funcionários, custa ao município, incluindo amortização das instalações (a 60 anos?) e dos equipamentos, qualquer coisa como cerca de 281.000,00 euros por ano! Cerca de 152.000,00 euros com pessoal e quase 33.00,00 euros em combustível para aquecer a água e o ambiente! Ora, as receitas, não cobrem nem uma sexta parte das despesas !
Em números redondos, o funcionamento das Piscinas Municipais custa-nos quase 150,00 euros (30 contos) por hora!
No resto do documento, que esteve á discussão pública (mas que ninguém consegue saber quando foi iniciada e quando terminou) há um manancial de informação sobre os custos do funcionamento dos serviços municipais e, o que lá vemos, é aterrador!
Vejam: os custos de funcionamento do mercado, da feira, dos serviços de água e saneamento, etc.
Depois, também em discussão pública, está a "Avaliação Estratégica da Revisão do Plano Municipal de Penalva do Castelo".
http://www.cm-penalvadocastelo.pt/pls/portal/docs/PAGE/GOV_CMPC/DOCS/011PA-1-AMB-REL-01.PDF
Um estudo elaborado com base em estatísticas oficiais e informações dos serviços, algumas delas bastante antigas e sem comparação com os parâmetros actuais: nalguns itens, demonstra um enorme desconhecimento da realidade e informações erradas que levam a conclusões também erradas, etc.
Por exemplo: dos 290.000 m3 de água tratada, apenas são vendidos 207.000 m3 de água tratada. O restante, 1/3, perde-se! (dados do documento anterior, Fundamentação Económico- Financeira, "Tabela 8 – Caudal Captado e Caudal Tratado no concelho de Penalva do Castelo").
Neste estudo, estes valores são alterados para 440.000 m3 em 2006. O pior, é quem 2001, já se captavam 801.000 m3!
Afinal onde está a verdade da informação?
Ou será que se consome menos água?
Ou será que ainda não foram colocados os contadores ás dezenas de habitações já identificadas, que têm água em casa, mas não pagam por ainda não teremm contador?
Enfim, um documento com anos de trabalho e que, na presente forma, induz em erro quem lê e quem propõe conclusões sobre o concelho.
Curiosamente, também não são referidas as datas do início do final da Discissão Pública.
Mas, para melhor apreciação, não há nada como passar por lá os olhos e ver!
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
A Feira de Queijo da Serra
As fotografias que se seguem mostram o aspecto da entrada para o pavilhão onde decorreu a Feira de Queijo da Serra deste ano.
Como se pode ver, a maioria dos produtos expostos são de origem chinesa e nada têm a ver com o artesanato e a cultura locais, e, muito menos, com a actividade da pastorícia ou da produção de Queijo da Serra.
Nos últimos anos chamei a atenção do Presidente e Vereadores responsáveis pelo certame, mas, como sempre, não valeu de nada. Esta parolice, já deveria ter acabado há muito, mas parece que se sentem bem no meio da confusão, da falta de rigor e da falta de qalidade.
A própria feira já deveria ter um figurino novo, pois, este, já está gasto e é o mesmo com que as iniciei há 27 anos, em 1983.
As provas de Queijo que são dadas aos clientes nos restaurantes, não significam nada e não melhoram a qualidade geral da Feira do Queijo.
A Exposição dos alunos das Escolas, parecem uma repetição dos anos anteriores e não mostram nada de inovador nem de interessante.
A Câmara Municipal tem de encontrar uma nova maneira de promover este nosso produto. A arrogância e o desinteresse, impede-os de discutir e aceitar e discutir outras ideias que não sejam as suas.
E...o resultado, está á vista!

Como se pode ver, a maioria dos produtos expostos são de origem chinesa e nada têm a ver com o artesanato e a cultura locais, e, muito menos, com a actividade da pastorícia ou da produção de Queijo da Serra.
Nos últimos anos chamei a atenção do Presidente e Vereadores responsáveis pelo certame, mas, como sempre, não valeu de nada. Esta parolice, já deveria ter acabado há muito, mas parece que se sentem bem no meio da confusão, da falta de rigor e da falta de qalidade.
A própria feira já deveria ter um figurino novo, pois, este, já está gasto e é o mesmo com que as iniciei há 27 anos, em 1983.
As provas de Queijo que são dadas aos clientes nos restaurantes, não significam nada e não melhoram a qualidade geral da Feira do Queijo.
A Exposição dos alunos das Escolas, parecem uma repetição dos anos anteriores e não mostram nada de inovador nem de interessante.
A Câmara Municipal tem de encontrar uma nova maneira de promover este nosso produto. A arrogância e o desinteresse, impede-os de discutir e aceitar e discutir outras ideias que não sejam as suas.
E...o resultado, está á vista!
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
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